Na busca por inovação e competitividade, o setor leiteiro gaúcho está em discussões com o governo estadual para a implementação de um plano de ações por meio do Centro de Inteligência do Agronegócio, voltado à modelagem competitiva do agronegócio no Rio Grande do Sul. O objetivo é que o setor leiteiro se torne referência em inteligência e tecnologia até 2035.

O secretário-executivo o Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, justifica que a tecnologia já não é mais uma opção, mas uma condição para a permanência do produtor na atividade. “Quem quer seguir precisa apostar em inovação.
Esses encontros e políticas construídas em parceria com o Estado são fundamentais para o crescimento das startups, a exemplo das que já atuam diretamente com soluções para o setor leiteiro”, afirma o dirigente.

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Palharini ressalta ainda que o Centro de Inteligência do Agronegócio vem sendo articulado desde 2023 para impulsionar o uso de tecnologias de ponta no campo. “Ele está formatando um ambiente de desenvolvimento para criar políticas públicas de incentivo, e o leite está incluído nesse processo, seja pelas tecnologias já apresentadas, seja pela necessidade permanente de tecnificação”, explica.

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